Carlos Sainz foi esparso, e lacônica em suas declarações ao longo das duas semanas que durou o Dakar 2018. Tentou gerir a carreira do mesmo jeito que evitava ceder vazão a suas emoções. A PERGUNTA. O que sentiu no momento em que leu a carta aberta de teu filho? RESPOSTA.:Me emocionei muito, em razão de é uma carta muito linda e, desde por isso, orgulho-me como pai.
, E não apenas dele, todavia assim como de minhas filhas e minha mulher, que também sofrem com o que eu faço. Reis, minha mulher, é a que realmente passa pior. P. Dentro do carro como se gerem as circunstâncias de stress, como quando a caixa de velocidades não pode subir de terceira e está jogando tudo o Dakar? R. Com calma e da melhor maneira possível.
O melhor de sempre é enfrentar esses momentos de stress com calma por causa de, se de cima te aceleras, é muito provável que tome a decisão errada. P. Como resumiria esses anos na Peugeot e o trabalho de desenvolvimento que tem levado a cabo?
- “Gonna Get This”
- Quem se descobre para gustarme tanto
- Em um aniversário
- sessenta e dois Evasões de fechamento
- Mensagens: 6.655
- Clique Clash
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- 2 Semanas de Nordendorf
R. Isso são satisfações pessoais. Quando há 4 anos decidi defrontar esta etapa com a Peugeot, a tentativa de cooperar com eles para fazer um duas rodas motrizes vencedor, isso prontamente se conseguiu o segundo ano. Peugeot adquiriu os últimos três anos e eu trago um grão de areia mais.
Mas é verdade que faltava a vitória nossa e, desde desta forma, teria ficado com muito mau sabor de boca se, tendo trabalhado em tal grau neste projeto, neste carro, não teria conseguido uma vitória a título pessoal. P. Em que percentagem é considerado o arquiteto de sucesso da Peugeot no Dakar?
R. Eu não almejo discursar de percentagens. Acho que muita gent temos trabalhado muito para esta finalidade. Teria que essas perguntas a Bruno Famin (director desportivo da Peugeot), entretanto é certo que eu fui o primeiro piloto a testar o automóvel. Sempre adorei o estímulo mecânico.
Praticamente, com todos os automóveis que tenho participado, eu consegui ganhar alguma corrida. Parte do que me entusiasma e o que eu gosto da minha profissão é trabalhar os veículos com os engenheiros. E aproveito pra agradecer à equipa da Peugeot, pelo motivo de se demonstrou que o DNA de briga o que tem dentro, não de neste instante, no entanto de a todo o momento pela história.
P. O Que dói após ganhar o Dakar com 55 anos? R. Tenho infiltrações, no entanto não de de imediato, bem como é de há bastante tempo. Me dói o pescoço, pelo motivo de de imediato tinha tocado antes de começar e por causa de nós colado duas ou três pancadas fortes. Também me dói as costas, já que eu tenho uma hérnia de disco e me tornei bastante prejuízo em uma mão.
Mas são coisas que, graças assim como ao apoio do fisioterapeuta, de michelangelo, e de toda a gente que me auxílio vai lidando com. P. Mesmo em vista disso continua a machacándose no ginásio e fazendo sessões de cardio quase diariamente. R. É que, para vir ao Dakar com uma equipe oficial e optar pra vitória, você precisa enfrentá-lo com responsabilidade e respeitando a carreira.
