Marcha Das Putas 1

Marcha Das Putas

A Marcha das Putas conhecida como SlutWalk em inglês, é uma mobilização de rua iniciada no Canadá, em abril de 2011, convertida em um movimento de protesto internacional, as violações e agressões sexuais contra as mulheres. Estados unidos, Reino Unido, Austrália, Índia, México, Argentina, Colômbia, Costa Rica, Peru, Equador, Honduras e Uruguai.

2010 revelam não só muitos assaltos sexuais de grande perfil em espaços públicos de Toronto, não só enfatizam as vítimas, contudo as culpabilizan desses crimes. Um grupo de mulheres canadenses reagiu com indignação a estas frases e organizou a primeira marcha, a que denominaram “SlutWalk”, que foi traduzido para o português como “a Marcha das Putas”. O objetivo da marcha é denunciar a selvajaria de gênero e a cultura que responsabilidade a vítima de violação sexual em vez de acusar o agressor sexual. Após as manifestações, diversas mulheres se veste de forma considerada “provocadora” com a mensagem “não nos chamem como agir, falar-lhes que não nos violem”.

Após as primeiras marchas realizadas em diferentes cidades do Canadá, a proposta saltou para os Estados unidos, de lado a lado das redes sociais e tornou-se um fenômeno sociológico. De lá, o movimento chegou a uma dezena de países de todo o mundo, como Reino Unido, Austrália, Índia, México, Argentina, Colômbia, Costa Rica, Peru, Equador, Honduras e Uruguai. A Marcha das Putas. Em julho de 2011, as manifestações se mudaram pro México.

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por este povo, segundo dados oficiais, a cada ano são estupradas, uma média de 1.200 mulheres. O defeito é de porte idêntico em países da área onde foram realizadas estas “marchas das putas”, como El Salvador, Nicarágua, Honduras ou Guatemala.

↑ “BBC Mundo – Notícias – “Não significa não” é o lema da “Marcha das Putas””. ↑ Herriot, Lindsay. “SlutWalk: Contextualizing the movement”. ↑ 1983-, Mendes, Kaitlynn,. Slutwalk : feminism, ativismo and media. ↑ a b c Razão, Da. “O comentário machista que acendeu a “marcha das putas””.

↑ “Slutwalk : lâcher de “salopes” à Paris”. ↑ “Por que putas? Expressões de privacidade política do corpo das mulheres ativistas, Guitté Hartog, Ana Lorena Costa bezerra Parente, Louise Greathouse Amador, Palobra, Vol. Feminismos transfronteiriços e dissidentes: indignaciones antipatriarcales, Amaro Quintas e Anjo Manuel, Observatório Europeu de Tendências Sociais (OBETS), N. 19 (jul.

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