Impacto Da Inteligência Artificial Em Auditoria Na América Latina 1

Impacto Da Inteligência Artificial Em Auditoria Na América Latina

Enfrentamos também novas modificações primordiais, como a inteligência artificial, o armazenamento em massa de dados, robôs e serviços, segurança cibernética, entre outros. A pergunta que nos resta, logo, fazer-nos é: Eu acredito que a abordagem tradicional de auditoria precisa ajustar-se às tendências tecnológicas. À proporção que o comércio eletrônico cresça, surgirão mais variáveis para investigar, mais valores atípicos que investigar e mais tendências e padrões que investigar.

Na Ópera e drama (1851), Wagner levantou a idéia de obra de arte total (Gesamtkunstwerk), onde ele iria fazer uma sinopse da poesia, a palavra -componente masculino, com a música -componente feminino-. Wagner considerava que a linguagem primitivo seria vocálico, sempre que que a consoante foi um componente racionalizador; a introdução da música em que a palavra seria um regresso à inocência primitiva da linguagem. Friedrich Wilhelm Nietzsche recebeu na sua juventude a influência de Wagner e Schopenhauer -que mais tarde repudiou-, no tempo em que que na sua maturidade foi mais influenciado por Stendhal, Bizet e Dostoiévski.

  • 8 Vengando a lembrança (Final de Tony)
  • Donnel Udina (Embaixador)
  • Desorientar o oponente sobre o fundado intuito, isto é, sobre o ponto de ataque escolhido
  • Se você estiver ensolarado, logo é dia
  • Não creio. –Jcfidy (discussão) 18:Cinquenta e sete três fev 2014 (UTC)
  • Pressione F8 e, neste instante, seleção “Modo de segurança com Simbolo do sistema” pressione enter

A filosofia de Nietzsche é vital, afirmando a vontade de viver em frente à repressão vital exercida pelo cristianismo (a “moral dos senhores” contra a “moral dos escravos”). A estética nietzscheana caracteriza-se por tua oposição à moral cristã, que para ele representa uma negação da vida, como este o intelectualismo logicista que, partindo de Sócrates, permeia toda a filosofia ocidental. Uma de tuas primeiras obras no terreno da estética foi O nascimento da tragédia no espírito da música (1872), onde defendeu a tragédia como alguma coisa lúdico, contente, um “consolo metafísico”. Dioniso representa a desagregação, a superação da individualidade, a exaltação mística-atado à música-.

a Sua proposta de tragédia é dionisíaca, afirmando que o mito trágico se tem vindo a encurtar desde Sócrates -criador do raciocínio lógico-, e que nesta hora carecemos recuperá-lo. Não obstante, em suas últimas obras -após Assim alegou Zaratustra – retornou ao seu conceito de verdadeira companhia: julga a arte moderna como decadente, aplicando-se à arte conceitos fisiológicos de saúde e doença.

A arte autêntica é a que embriaga, o que bobina por sua força e por um sentimento de plenitude. Em O crepúsculo dos ídolos (1888) distinguiu 2 tipos de “embriaguez”: a das artes plásticas ou épicas, que são visionarias, e a da música, que é emotiva. A arte e nada mais que a arte.

É o que torna possível a vida, enorme sedutor da vida, o grande estimulante da existência! A arte é a única força superior contrária a toda vontade de negação da vida. O esteticismo foi uma reação ao utilitarismo, em vigência pela data e a feiúra e o materialismo da era industrial. Frente a isto, surgiu uma tendência que outorgava à arte e à beleza de uma autonomia própria, sintetizada pela fórmula de Théophile Gautier “arte na arte” (l’art pour l’art), chegando mesmo a pronunciar-se de “religião ” estética”.

Esta postura visava isolar o artista da sociedade, procurando de forma autônoma a tua própria inspiração e deixando-se transportar só por uma busca individual da boniteza. Desta alegação partia, por um lado, a autonomia outorgada à estética por Kant e, por outro, a obra de escritores românticos como Tieck e Wackenroder. A beleza está longínquo de qualquer componente moral, tornando-se o encerramento último do artista, que chegava a viver tua própria vida como uma obra de arte-como se poderá apreciar na figura do dandy-. O esteticismo influenciou na inglaterra e o simbolismo francês, e foi antecessor do modernismo.

Um dos teóricos do movimento foi Walter Pater, que influenciou o chamado decadentismo inglês, estabelecendo em suas obras que o artista tem que viver a vida intensamente, seguindo como perfeito pra boniteza. Para Pater, a arte é “o círculo mágico da vivência”, um universo isolado e autônomo, posto ao serviço do alegria, elaborando uma verdadeira metafísica da graça. Posteriormente, autores como James Abbott McNeill Whistler, Oscar Wilde, Algernon Charles Swinburne e Stéphane Mallarmé montaram esta tendência até um elevado grau de refinamento baseado só na sensibilidade do artista. Edgar Allan Poe elaborou em seus relatos um conceito de lindeza como propriedade autônoma, dando primazia à imaginação e originalidade.

Em “O início poético” (1848), negou o intuito moral pela obra de arte, assim como este seu feitio didático, defendendo os elementos lindos como principais criadores da esteticidad da arte. Para Poe, como essa de a inteligência se ocupa da verdade e da moral do dever, é o amo que se precisa ocupar de graça, excelente gosto, planeja-se como escola autônoma que tem tuas próprias leis. Um instinto imortal, profundamente enraizada no espírito do homem, é, deste jeito, dito sem rodeios, um significado do Belo. As modificações sociais produzidos pela Revolução Francesa e a Revolução Industrial, tanto a nível político como económico, levou os filósofos a repensar a ligação do homem com a comunidade.

foi Assim que surgiu a sociologia da arte, ciência fundamentada nos princípios metodológicos do positivismo que vê o artista como parcela indissolúvel da comunidade, sendo a obra artística a um fiel reflexo de condicionamentos sociais que envolvem o artista. Hippolyte-Adolphe Taine, na sua Filosofia da arte (1865-1869), aplicada à arte um determinismo fundamentado na raça, o fato e a época (race, milieu, moment).

Author: