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Eu Normalmente Tenho Que Fazer A Peça

�Quanto custa preservar a ponto os relógios de Sevilha? Ao entrar na relojoaria da estrada Alcaicería soam jeito de concerto coral das 6 da tarde. Na oficina do piso superior acha-se Francisco Xavier Magüesín Torner, o relojoeiro. Seu bisavô, Rafael Torner, de imediato o era em 1915, no momento em que se fez com o contrato de conservação dos relógios municipais de Sevilha.

Mais de um século depois, esse relojoeiro continua a ser o causador da pontualidade dos sevilhanos. Acima, na oficina, guarda um modelo: um relógio por controle remoto, que dá certo por ondas curtas, corrigido, pro segundo. A referência que coloca em hora o seu relógio, e os relógios de sevilha.

Esse fim-de-semana chega o horário de inverno e Francisco Xavier tem pela frente uma amplo tarefa: mudar a hora de 100 relógios. Para fazer esta façanha, depende do horário dos edifícios. Assim, na sexta-feira à tarde exerce as alterações nos relógios dos escritórios da praça Nova, no sábado, em Passarinhos e o Registro Geral do Prado de San Sebastian, e assim sendo por diante.

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“Não faço quadrante, pelo motivo de é um serviço que eu prontamente entendo de memória”, reitera. “A hora de todos os relógios municipais (por volta de 40) tem que ser alterada manualmente, com exceção do relógio da ponte de Triana, que é de quartzo, está programado e se muda sozinho”, diz. Quase todos os relógios da câmara Municipal são de corda, o que obriga a doar corda a cada quatro ou cinco dias, portanto que tem um percurso feito desde existem muitos anos, o que facilita esse instante. Na verdade, não há muita diferença entre variar de hora em torno de relógios ou de outros.

você Tem mais trabalho a alteração pro horário de inverno do que pela primavera, ou o que é o mesmo, o atraso que o adiantamento. “O sistema pra fazer a modificação de hora em esses relógios é similar ao utilizado no século passado, mas a todo o momento é mais uma viagem cansativa, o atraso que o adiantamento. A maioria dos relógios são antigos e há que comparecer adiantando de meia hora em uma hora e meia, 11 horas, enquanto que pro horário de verão só há que doar-lhe uma hora para a frente e neste instante está”, admite.

A explicação é simples, por causa de “em relógios antigos, os mecanismos não permitem mover os ponteiros no sentido inverso, por causa de, pois, se mudariam os sinos e seria um desbarato”, esclarece. Alguns, como o relógio de duas faces da torre de São Lourenço, fazem uso o mesmo instrumento para ambas as fachadas.

Francisco Xavier confessa que aprendeu de seu tio Rafael (pouco tempo atrás morto) e de Manolo López, oficial aposentado que trabalhou cinqüenta anos pela relojoaria em que entrou com 14 anos. Enquanto isso, Maria Eugenia Crespo (tua mulher), restauração de caixas de madeira, os relógios, “a maioria são de nogueira, mogno ou “marrom”, nos ensina fotografias da família. “Estava com Manolo todo o dia, cotovelo com cotovelo.

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