Aplausos E Vaias No Plenário De Investidura De Ignacio Vázquez 1

Aplausos E Vaias No Plenário De Investidura De Ignacio Vázquez

Diante da contundência do repercussão que lançavam as urnas, o Pleno de Investidura de Torrejón se apresentava como um dos mais tranquilos da localidade. Mas não foi bem dessa maneira, porque os vizinhos que enchiam o Teatro José Maria Rodero aplaudiram e abuchearon obrigando a interromper a sessão em abundantes momentos.

Em concreto, as vaias foram o “recebimento” Carla Romero, a vereadora mais jovem do Consistório, que tentou prometer seu cargo com uma fórmula distinto, contudo perfeitamente válida, que não foi ouvida sobre a plateia. Atrás dela, a porta-voz do Grupo Municipal da gente Podemos tentar repetir a expectativa, entretanto as vaias impediram a nova vereadora fazê-lo em até 3 vezes. Depois da probabilidade de a vereadora mais jovem e o vereador de superior idade começava a sessão e o fazia com o resto de juramentos.

Juramentos que fizeram todos os vereadores do PP, à exceção de 3, José Luis Neves, Marcos López e o respectivo presidente da câmara, que prometeram seu cargo, ao parecido que os seis vereadores do partido socialista. Assim Olga Jiménez, periodicamente interrompido pelo público, dando ênfase a situação dos serviços sociais, criticando o gasto em festas. O líder do PSOE, Javier Castillo, centrou o seu discurso pela ocorrência econômica, agradecendo aos torrejoneros que “irão ser os que têm gerado a dívida que comecem a pagá-la no próximo ano.”

E é indubitável que está a formar emprego. Dá a impressão de que a recessão ficou para trás. Mas uma coisa é a recessão e instabilidade. O emprego que se cria é temporário e mal remunerado”. Estêvão: “de Acordo com seu discurso, tudo foi bem feito e a circunstância é interessante, e ainda mais. A gente não gosta que lhe tomem o cabelo”.

Estêvão: “Este último ano, temos assistido a abdicação da Coroa. Uma vez mais, os cidadãos não podem solucionar a respeito da chefia do Estado. O lógico teria sido tomar o pulso direto pra política, fazendo uma rodada de conversações com os partidos.

O chefe do Estado se precisa ao Parlamento”. Estêvão: “Só dedicou um minuto e meio à corrupção e de forma eficiente. Isto não se consegue com leis de transparência e controles de financiamento. Chegámos a um grau que a única coisa que pode aplacar a indignação é a assunção de responsabilidades. Restam-lhe, senhor Rajoy, deveres por fazer”.

Estêvão: “A desafección da cidadania pra política chegou a extremos insospechables. Isso não necessita estranhar no momento em que não se cumpre o que promete e faz o oposto do prometido”. Estêvão detalha o serviço parlamentar do Governo.

  • Légolas Coletivo Cênico de Alcalá de Henares, fundado em 1991.[133]
  • Implantação de mais referências de energia renovável em grande escala para o México.[7]
  • sete Perseguição política e desaparecimento: o Golpe de Estado de 1976
  • 3 Capitalismo e patriotismo
  • quatro Investidura de 1 de outubro: Franco, “Chefe do Estado”
  • Reunificação: 25 anos de um enorme sucesso político
  • quinze Nações Unidas
  • quatro Século XX

Como estão aprovadas várias leis, “são inclusive emendas no Senado”, ou as respostas pra questões escritas de teu partido. Estêvão: “Todas as pesquisas nos dizem que na próxima legislatura deverá assumir. Estou feliz”. O porta-voz do Povo critica os “cortes e a um acordo no mercado recinto” levada a cabo pelo Governo. Sobe à tribuna Nuno Estêvão, porta-voz do Povo.

Entra na Câmara o presidente do Governo sem fazer declarações. Já está tudo pronto para o começo da segunda jornada. O Debate termina com as intervenções dos oradores visto que às duas da tarde de quarta-feira, terão que estar registradas as propostas de resolução que se debatem e votam no dia seguinte.

trata-Se de quinze movimentos por cada um deles, o que apresenta um total de 105 textos. Fechar a vez dos grupos parlamentares, o porta-voz do PP, Rafael Hernando, que se estreia em um encontro nesse tipo. Nesta quarta-feira, o PNV lhe seguirão os representantes do Grupo Misto: Sabino Quadra (Amaiur), Alfred Bosch (ERC), Olaia Fernández Davila (BNG), Ana Oramas (CC-NC), Joan Baldoví (as linhas de portas-Equo), Enrique Álvarez Sostres (Fórum Astuias), Carlos Salvador (UPN), e Uxue Barkos (Geroa Bai).

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